O Estado gasta metade da riqueza produzida anualmente com os seus funcionários. Que trabalham 35 horas semanais. Têm progressão nas carreiras, promoções automáticas e devolução de retenções. Em contrapartida, o Privado gera a quase totalidade da riqueza produzida no País e trabalha 40 horas semanais. Uma relação inquinada! Pede-se: + CRESCIMENTO + EMPREGO + IGUALDADE Entretanto: Gestores com má visão estratégica investiram/investem em projetos de risco com dinheiro da Banca. Ou seja, sem Capital e com dívidas à partida. Convivendo, assim, facilmente com o dinheiro dos outros! Uma relação explosiva onde se acrescenta a promiscuidade das relações publico/privadas. Temos os salários mais baixos da Europa! A Produtividade a 53% da média na UE. Então como fazer para os aumentar? Com: INVESTIMENTO, GESTÃO e ESTRATÉGIA! Todos contribuirmos para um PIB a crescer não menos do que 4%. Até lá, não se esperem grandes mudanças!
"Portugal, no Século XXI, tem crescido à média de 0,4% ao ano no relativo ao VA do Produto. 1/5 da média da Europa. E o Valor Acrescentado da Industria tem crescido abaixo do VA do Produto. Ou seja, Portugal desindustrializou-se..." Virá a propósito falar como é constituído o Valor Acrescentado Bruto das Empresas: São os Custos dos Salários, Resultados Líquidos, Dividendos, Rendas, Provisões, Impostos, Custos Financeiros e Amortizações. Os três primeiros, Salários, Resultados Líquidos e Dividendos constituem o verdadeiro Jogo de Forças na Empresa, que levam o grosso da coluna. Ou melhor, deveriam levar... pois os Salários constituem os dividendos do Trabalho, os Resultados Líquidos o Capital de Investimento futuro e os Dividendos, a remuneração do Capital. Sem estes três fatores não há empresa: O primeiro, o sustentáculo da produção; O segundo, a certeza da continuidade empresarial; O terceiro, a mais valia do investidor. E, por tal, o Valor Acrescentado ...
O que se espera de um Gestor é a produção de certos resultados e, para isso, têm de ser, primeiro, por ele definidos. Ou seja, tem de saber traçar estratégias de atuação . E, sobretudo, saber decidir . Mas como? Com Bom Senso, o que mais escasseia no mundo e de cuja falta ninguém se queixa. O fator condicionante da competência, ou melhor, da capacidade para competir, é a forma como é gerida. O Objetivo da organização é a eficiência e a eficácia. Sendo organizados, somos também muito mais produtivos. E como alcançar resultados sem ser através das pessoas? Temos de nos interessar pelas pessoas e pelos resultados. Uma coisa depende da outra. Não se esqueçam que “as pessoas que se sentem contentes consigo próprias, produzem bons resultados”. Existem TRÊS SEGREDOS num bom gestor Fixar Objetivos Elogiar quem faz as coisas bem feitas Saber Repreender A fixação de Objetivos não é só compreender quais as responsabilidades de cada, é, também, a atitude comp...
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